terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Humberto Fonseca - Esse Texto, Em Nenhum Momento, Foi Feito Para Você




Esse Texto, Em Nenhum Momento, Foi Feito Para Você 

"Nunca discuta com pessoas mal amadas, nunca conteste pessoas manipuladoras,  nunca se submeta a jogos psicológicos, elas sempre foram incompreendidas e no auge de seus domínios transformam-se em opressoras, você não precisa discutir com alguém algo que você sabe que tem a fazer, você não precisa chegar ao mesmo nível para simplesmente dizer sua opinião, ponto de vista, o observável não precisa ser discutido, o inteligente silencia, o tolo contesta, pois suas grandes teimosias são por causa do ocultismo,  dos segredos que as individualizam,  das desconfianças que não as aproximam, em algum momento de suas vidas foram traídas por causa de seus mais puros sentimentos,  tornaram-se inseguras, desconfiadas, nada além de exibir o orgulho exarcebado consegue-as alegrar,   tipos com esses pensamentos, atitudes, acreditam ser de uma (topologia) acima de tudo e de todos, suas frustrações e derrotas fazem com que transformem as nossas sofridas e difíceis  competências interpessoais conquistadas  em objetos, apeladores emocionais ão de abusar estimativas cognitivas com suas precariedades sentimentais, o espelho de seus reflexos deveriam refletir suas almas (faculdades mentais), porém,  analisam o outro como inimigo,  invasor, diferente, (utilizam a inteligência contra si e contra o próximo), nenhum terreno é seguro, nenhuma pessoa é confiável,  mas nem por isso deixaremos de caminhar alegremente,  desbravar lugares desconhecidos, se conhecer com desconhecidos,  entender que muitas, muitas vezes mesmo, a dúvida do outro também é minha, para aqueles que não  vê limites,  os parabenizo, mas também os informo que os mesmos existem, o tipo social do qual fora aqui interpretado nos conduz sempre aos seus limites, suas barreiras mentais, suas linguagens e hábitos, habilidades, conseguem de certa maneira esconder seus sofrimentos, mas escancara como tratam os nossos sentimentos".

Humberto Fonseca

Se você leu até aqui, isso demonstra o quão especial fostes, independente de nossas diferenças.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Humberto Fonsêca - O Que É Felicidade?





O Que É Felicidade?


 O que é felicidade? Um estado de espírito ou acúmulo de bens? Satisfação pelo que conseguiu ou aceitação do que não fez? Seria entender o que aconteceu ou lutar contra os acontecidos? Nestes dias não mais me pergunto o que é felicidade. Pois mesmo nos momentos de tristeza ou solidão encontro felicidade.
Felicidade é ter memória, e ter memória, para vivenciar a felicidade, é poder relembrar que tudo que fizestes fora para praticar o bem.





Humberto Fonseca

Humberto Fonsêca - Cúbico Verso'Métrico






Cúbico Verso'Métrico


 O coração não fala. O coração não diz o que sente. Somos nós que temos que o ouvir para lhes explicar a mente. O coração em seu pulsar parece que tem uma mente, que mente dentro da nossa mente, que fala a verdade na nossa mente, que mesmo sem estar ligado na mente, comanda muito do que a gente sente, faz a nossa mente sentir-se diferente. Coração que bombeia, mas faz explosões diferentes, sensações contundentes, arrepios inteligentes, estremecimento que afasta o controle da mente. O coração é o nosso descontrole, nossa fraqueza, nosso radar de mentiras e verdades. Órgão que além de trabalhar para nos manter vivos, consegue de alguma maneira indefinida encontrar tempo para nos esclarecer sobre o que sentimos quando nos envolvemos com o amor.


Humberto Fonsêca

Humberto Fonsêca - In-Verso







In-Verso...



 Ao situar as verdades e vontades como ponto de partida, não mais suponho, mas busco viver, se jogo no embalo dos sonhos aplicando-os a realidade. Pouco importa quanto se junta ou ganha, no amor o único lucro é o que se vive. Não há prazer em guardar, esconder, ter pra si, (platonismo é doloroso), quando doamos amor esperamos receber de volta, quando dividimos queremos retribuição, quando não o temos precisamos esquecer, todo amor além dessas difusas sensações abstratas, é um dos nossos maiores e supremos empreendimentos. Quem ama investe, organiza-se, planos todo ser humano faz e realiza, porém como dizem; "ter é fácil, difícil é manter", não é um contrato de almas, mas pode ser visto como uma honra que guardamos no peito. O coração não dorme, não descansa. É uma dignidade incansável sem cobiça que existe neste tal de amor. Exercendo em minha vida os infindáveis e desconhecidos compromissos. Como pode um sentimento exibir liberdade, união, cumplicidade, alegrias, sonhos... Seria o amor uma imensa porta para nos surpreender com a sabedoria. Porque o amor nos cobra gratidão, serenidade, entendimento, paciência, humildade. Uma de suas mais belas características pode ser vista ao fazer viver a ingenuidade, confiança. Para isto não precisas ser um profissional, mas antes, ser o paciente aprendiz, que será trabalhado nas mãos de um mestre sensorial. Amor a vida, amor ao que fazes, amor ao que perdeu ou conquistou, amor ao que trabalhas para viverdes no futuro, amor ao amor que recebes, amor ao amor que compartilha, amor sem forma, encaixes, amor que junta, separa... Pense bem antes de se propor amar, o amor é dedicação.


Humberto Fonsêca

Humberto Fonsêca - Falando de Nós...



Falando de Nós...

Falando de nós,
De nodos,
Entrocamentos,
Raízes, 
Axiais instintos
Em céus e terras,
Nas mais infinitas ligações terrestres sensoriais.

Algumas coisas precisam ser vividas,
Não apenas ditas,
Para minha insatisfação,
Apenas tento escrever,
E se esqueci de alguém,
Foi por muito amor e segredo.





Humberto Fonsêca

Humberto Fonsêca - Casa Sem Santo e Seus Milagres


Alagoas - Brasil


Casa Sem Santo e Seus Milagres




Santo de casa não faz milagres,

Faz praga, voodoo, amarração, reza braba,
Seja ele cristão ou multi'religionário,
Santo de casa é lobo na pele de cordeiro.

Pois se o tal faz milagre porque esperar tais sofrimentos?

- Enquanto Deus realmente mostra o mundo e o homens como sempre foram desde os primórdios desta vil humanidade.

Ainda hoje existe estudioso falando que vivemos em uma sociedade capitalista... E quando mesmo ela não foi?

"O santo que salva está dentro de você, único santo que realmente salva-se é você, você pode até tatuar, ajoelhar, ser de alma e sangue, seguidor, os santos também são feito dos homens, além de hábeis com as pinturas, histórias, esculturas, são mestres das ilusões".

A nature-morta sobrevive, em alusão, imagens subliminares, cercadas por devoto, descrentes da natureza, cegos em votos.

É o mundo atual,
Cada dia com mais lutas, causas, rituais,
Missões, deuses, sociedades anônimas,
Criando muro para encarcerar pessoas,
Simplesmente prender em suas liberdades.

A fé pode ser mais que esperança, pode ser uma fé pelos pecados, mas Deus por mais impuro e indigno aos homens que seja vos falou do livre arbítrio, e nos deu a contemplação de tais naturezas incompreensíveis.




Humberto Fonsêca

Humberto Fonsêca - Palavras Tântricas - Extraído do Romance: As Montanhas do Homem Adormecido


Do Livro:  "As Montanhas do Homem Adormecido"
                                V Palavras Tântricas

                                          "Vou tingir de sangue essa maravilhosa gente obliqua".
                                                                              
                                                                                                                                                                           Humberto Fonseca













 









 Ó Deus dos deuses. Tome-me em seus braços para que não haja mais desgraças. A tragédia evocada assucedeu-se, e martirizo agora minha alma nos gelos da eternidade por ser criado após tua imagem e semelhança... Que traços tenho eu, que corpo é o meu? que alma me pertence, encontra-se em qual alameda... Minhas ternuras estão toda em romotidão, no fundo, do fundo, do fundo, de'minh'alma. Meu corpo reprova esta ação da alma. meu corpo reprova e quer desvairar-se pela mente. "Logo quem sempre teve mente liberta, retê-la é um crime maior do que o que está sendo pelo subconsciente repreendido..." (Não cometer é sofrer), maldade veloz corre dentro de um coração que vos digo também ser maldoso, daqueles prontos para morrer e matar na ponta da espada, (os melhores corações são os perfurados), já não batem , dão trabalho, amam... Que só bate enquanto tem vida, e sua vida é bater... Desistência me reprova. Desistir me aficciona ao locurismo, me solta nas raias para que nade do amanhecer ao amanhecer, "não há cadeias nos mares", supostas ilhas e correntes sim, é o preço da liberdade pela solidão de viver em paz e sem luz de energia elétricas que quando saem de corpos alheios é para te descarregar... O mundo te suga. E as pessoas te matam. Mas todos estão unidos há um bem só. Sobre'sofrer vivendo de sobrevivência ou riquezas volumosas, (umas soam ricas as vezes só na mente), mas sempre no conjunto do corpo e alma, independente dos valores que se criaram entre as mesmas raças. Nenhuma paga a outra o que vale. E ninguém na realidade, que cheire o que feda, não é melhor que ninguém, *"Os olhos, por enquanto, são as portas do engano; duvide deles, do seu, não de mim", eu me ajuntei, e assim como os animais não passo meu tempo olhando espelhos, caricatura mental, só, fusão de conhecimento...

"É preciso um pouco de lerdidão pra se ver a velocidade"...

  Palavras as vezes nos assola de cadeias. prende-nos. Imagina-se além delas suas realizações. O que é este jogo desencontrado procurando o fim de um limite... Se é que pode um dia ter limite sobre as palavras escritas, ferre-se o limite! Tudo pode ser descrito, mas experimentado nem sempre; é preciso ter "voiz da'imaginação" para se ter o presente, em meu desfazer se encontra esse viver-experimentado; falar no passado o que o presente nega é dar-lhe ao futuro toda sua forma e pilares, e sem sustentação me evoco a falar, dizer, e repetir poetazinhos de merda; "não precisamos descrever os olhares humanos" mas as reflexões são disparos que tem de serem miradas e dadas nos olhos e coração, é onde talvez se encontre os princípios mais vacilantes deste tal humano, (até porque as mentes de hoje são mesmo de camarões, de merdas!) "Tiro certeiro como bala que já cheira à sangue", o jogo oriental delas e das palavras, é só pra compor a orgia... Aos adiantes verso diferente a cada vítima.

  O enganado jogo mental enlouquece. Saiba mais bem sobre disso do que dos loucos. "É imprescindível admirar as vidas, as peripécias, a tosquera, o sublime, a erudição, "os maiores do qual se dizem serem os grandes", e os menores que se sentem mais pequenos, sem ver o que é impermeável, e está minando em sua estrutura, me enlouuuquece! Porquê a vastidão pode ser curta, e estar mais próxima de sua loucura do que você. Tudo é terrestre mestre, sentido (por estes pés) quando não encaramos esses espelhos... Mas ainda assim há de ver aqueles que se miram a ver-se diante deles, e se acharem parecidos, ou diferentes demais, (até me conecto com esses que parecem) e porquê existe uns que não se parecem com os demais? E a pirofagia de não ser nele mesmo? Que não se olha no espelho... Seria por estar mais pronto? __ Faz-me olhar no espelho? Ou por saber nitidamente como é... Seus olhos vê mais que a semelhança de outros? Diferente de tudo? No pensar. No agir. No mover. __ Que desgraça é essa que se fez entre a gente... Entre outros nada são. A ninguém pertence. Desterro? Trevas? Zapiência de mortalidade obstante... (E tudo são a si mesmo). Valor'idade individual nesse aspecto me confundi as estribeiras que estou tentando ferroar, entreabrir, bisbilhotar e comer seu néctar... "Meu bem tire tudo... Tudinho... E se veja por meus olhos", será a mais bela e comovente visão que terás de ti, (te perderas em minhas peneiras filosóficas, que dispensa toda massa para ter alguns grãos valiosos), venha a este minerador dos escuros, vou marcar entre-lábios cada diamante sujo que tenho guardado sobre estes destinos de que bem sabemos não mais juntar amor e dor, nem que dessa vez preferirmos ser amante, amor de vento em polpa, que bate nas velas e se apaga com o vento, distanciando-se das proximidades calorosas, aos árticos de nossos trópicos eu te desfiarei, serás uma manga madura pedindo para ser descascada'escaca'cascada, soltando leite pelas entranhas, amarguradamente rosa e amarela de fome se abrigando no gozo que te vence nas mais imprecisas horas de vidas que desconhece a ti, mas no caminhoso de espartame, de um lobo apaixonado; Só te sacrifiquei por mim. E o bem como a perfeição, não temo mesmo "que as pedras sempre se batem"... Como ser que se preste, treino indefinidamente a domar essas onças desmistificadas, em possessão do universo, centradas nas trevas'de'terras'mar, onde o objeto mais usado é aquele que a manuseia.

  Senhor, meu pai; __ Porquê tantos filhos? Porquê tantos irmãos? E porque "mãe só tem uma?" Aí senhor, não tende piedade não. Faz ruminar sobre essas fontes de rumores o galardão da improbidade... Assim continua crescendo as atividades científicas. pela improbidade e existência de Deus. Bem'dizer a ciência só existe a partir de Deus. Dessas criações misteriosas e sobrenaturais, o que tínhamos de exemplo antes era tudo conto de Tróia, bacanal mistérios, bacanal de nascimento, bacanal do conhecimento, não verso à Bocage, só que "a putaria é a existência e o teor que engrandece a experiência de que somos do mundo", sacrifícios e mortandades, cadenciarão aos deuses mais imperfeitos, aos ritos mais incorporados, era muita coisa contra a vida, contra a super-polação, era para que tudo fosse de um só, ou que esse fosse aterrador de todos, ou que todos enfim julgasse esse, quem é o mentor desse conflito entre o homem e o universo? Que lendária invasão é esta que não se aperfeiçoa, se usa, trai e consente... Só ela para embelezar este caos e deturpação eminente, contemplemo-las... São muitas putarias, e se me escuso sinto que meus temores já são de outros. Como é bom buscar novos medos. Novas perdições. Saber que os fins realmente tem um começo. Desde que ele seja desde o fim, o seu mesmo. Mas é assim que se acaba com as paródias simplistas e composições uniformes, "alguma criação tem de render", e os primeiros da ninhada podem sim, morrer brevemente. Por descuido ou desnatureza. Ou... Nem todas nascem para ser mãe. Umas são puta por assim dizer de natureza. E dedicação apenas a isso é os seus ótimos dias. Os dias púrpuros e naturais... Dos quais de hoje em diante herdo a missão de ser filho.

Adeus missões. Aguerra. Chega pessoas; que de longe as posso ver. As posso sentir bem mais que suas presenças talvez... Talvez. (Sou mágico de mim), a energia é tão positiva ao negativo deste lado que não posso ambientar mais nenhuma áurea, "aqui não se tem risotos e crepes a provar", taças quebradas e poucos talheres, um só lugar, um cinzeiro que se cabe um cigarro, é hora de um ser o todo, porque este um quis ser todo para se ter em um; __ E não funcionou não! Foi uma merda, um descontentamento, uma treta de uma pá de zóio que, fiquei só matéria, estou a plantar espíritos para ver quais mudas voltarei a ter como sombra...

Estou com vontade de escrever em poema. Mas o texto é e deve ser mais apurado aguçadamente que palavras jogadas com violência e três milhões de entendimentos em cada uma delas... Sinta o sabor, masque, coma, coloque algo a derreter pelas enzimas... A fé que move montanhas é termodinâmica neste poema, será longa a viagem de antagonismos, separatismo, como é muy bonito quando amamos nos odiar, nessas métricas sem esfera as paródias, "quem é que não sofre por alguém?" Sofrer por mim agora, por mim agora, é meu fim. Que me venhas elas, e não mais ela. Que vontade terrível de escrever um poema... Saí de mim versos.

A sustentação dessas imitações do (real) mundo que inspira a nos ser jurados. Essas glórias de fim de tarde ao começo de noite recíproco, palavras acentuadas ao desconforto... __ E num saí! Num me deixa! Ainda lembro daquele lazarento do Jones; __ Mano... Não para com a merda da arte que ela vem te pegar com uma faca... Mais uma fase do plano; arte mata! ou seria uma desproposital luvada na cara, no rosto, face, sei lá mais quantos focinhos poderia ter para encobrir-me com essa tal arte. __ Está mesmo empunhada de arma branca... (Ando tão descarecido e impróprio a esses valores. Quero que se foda ela e todos em seu rodeio. Não estou a escrever arte...) Vou fazer desfeita no que há de mim nessa treva'verbal. Os espasmos golpeados agora sombreiam além da-testa, porquê o climão está severo em todos os cantos, agora caminhar sem parar desconfiando sempre de quem vai dar o tiro nas costas? __ NUNCA! Nunquinha'mês"! Gosto de conhecer terrenos... (É melhor ser amigo deste vós inimigo). Já não me importo com o que vocês são, até mais "frevistas de merda!" Imagino-me numa guerra qualquer que não fosse essa... Sabe quando está se e acha-se pronto para morrer; a batalha deveria ser o melhor o voto. E não se afugente porquê sou bem mais que capaz de trocar o bom filé por um ramo de batatas, suporte-se de tantos nãos, esse não é esse. (Ao vencedor as batatas!), traduziremos em algum idioma essa emblemática ressurgência de utilidade, "é tão poroso o sabor do absinto que me esvaireço com os ares", como se fosse uma obrigatoriedade, "não abster-se e crer que tudo é mais que o outro", sem comparação as notoriedades, todo mundo focaliza uma "simboltudez emergente", será mesmo? Que pânico é este que não o sinto? Qual catástrofe hoje rolou e vai seguir rolando até os rochedos trincados pelos pés, de altura se eu fosse nada seria. Altímetro me reluz um estado... Que os anjos não suportariam na terra.



Humberto Fonseca

Humberto Fonsêca - Cartesiano Planos





Cartesiano Planos

Penso, logo, desisto,
Penso, logo, insisto,
Penso, logo, omito,
Penso, logo, admito.

Penso, no que repenso, 
Penso, no que dispenso,
Penso, no que esqueço,
Penso, no que lembro.

"Você pode ter seu caráter sendo colocado a infinitas provas, tua dignidade livrar-te-a de jogos emocionais, jogos psicológicos, jogos estratégicos... Teu amor mostrará no que realmente deves apostar, evite martírios para sua liberdade, a mesma não será guiada por ambição, enfim, não se encontre com definições que podem roubar - te vida, o tempo é valioso e não pode ser novamente recuperado, se hoje não evitou os jogos, amanhã... Esqueça de tirar suas cartas das mangas. Quando apostamos em um caminho estreito, na guerra individual pela paz interior, temos em nosso ser a onisciência de realizar o encontro para nossas soluções".

Penso, quando não deveria pensar,
Penso, quando deveria celebrar,
Penso, quando não estou consciente,
Penso, quando não deveria subestimar.

Penso, quando deveria ser egoísta,
Penso, quando seria intimista,
Penso, quando estou seguro,
Penso, quando seria impulso.

"Não é preciso nada fantástico para que a nossa criatividade aliada com a percepção nos capacite a fazer coisas normais serem geniosas".




Humberto Fonsêca

Humberto Fonsêca - Eis O Leitor





Eis O Leitor




É muito legal,
Escrever coisas boas que as pessoas querem ler,
Melhor ainda,
É viver aquilo,
Que elas podem escrever.



Por estas, e outras.
A escrita,
Na falta paixões, tem sido um eterno amor.

"Todo ser humano antes de se estressar em coisas vãs e tolas, deveria preocupar-se mais com o descanso da mente e do corpo".


"Não mencione, cumpra,
Não faça pergunte,
Haja com justiça".

Até mesmo quem se diz poeta 
Quando se cala,
Se não for vida em versos em mente,
É simples poeta que fala e não sente,
Pois não saberá este poetizar o que vive intensamente.

A cada dia que acordo,
Saber que os tenho,
Longe, perto, em abstrato instinto,
Sentimentos puros que preciso,
Para seguir acreditando,
Que a vida sem vocês não faria nenhum sentido.



Humberto Fonsêca