Verbos Curtos - Humberto Fonsêca & MaicknucleaR

sábado, 26 de março de 2011

"As desilusões da pobreza que afastam os homens da arte de suas próprias vidas".

tudo muito tranquilo até que:

pierrot ... diz
e ae mano velho
cade vc q disse q vinha por essas bandas esse mês?
 
Humberto Fonseca CICAS diz
salve man
putZz
deu tudo errado meu brodi
e vc como vai?
 
pierrot ... diz
to na paz
no momento com fome tbm
mas como andam as coisas por ae?
 
Humberto Fonseca CICAS diz
 
de boa
paz, tranquilidade
 
pierrot ... diz
 
isso q é obom
e o blog?
 
Humberto Fonseca CICAS diz
 qua?
o meu ta devagar, nunca mais postei, acho que hj vou dar um tapa
pensa em alguma coisa?
 
pierrot ... diz
tapa na macaca
 
Humberto Fonseca CICAS diz
 desembucha home
 
pierrot ... diz
 deixe-me ver
a desilusão da pobreza que afasta os homens da arte de sua propria vida
 
Humberto Fonseca CICAS diz
 nossa
verdadeiro
 
pierrot ... diz
 ou algo assim
isso da pra cair na arte maloqueirista como um tapa
já tens o tema... desenvolva
 
Humberto Fonseca CICAS diz
 kkkk
podes crer
 
pierrot ... diz
 vc sabe q minha politização é só na minha ideologia mental e discursiva
escrita deixo por sua parte na hora de escarrar
 
Humberto Fonseca CICAS diz
hehehe
 
pierrot ... diz 

vou botar essa frase no msn q ficou foda mesmo
tive uma ideia
 
Humberto Fonseca CICAS diz
manda ver
 
pierrot ... diz
 faça uma poesia na base politica dessa frase, ao mesmo tempo em q eu vou fazer uma no ponto de vista romantico da coisa
depois agnt junta e ver oq sai
 
Humberto Fonseca CICAS diz
 podes crer
 
pierrot ... diz
 deixa eu acertar gramaticalmente essa porra
generalizar mais

"As desilusões da pobreza que afastam os homens da arte de suas proprias vidas"
ta ae...
 
Humberto Fonseca CICAS diz
 Silhuetas,
sorrateiros,
sórdidos.

fontes enebriantes se esfumam, embriagam-se, engalham...
é tarde sobre as auroras, é tarde sobre as tardes.
é tarde que não mais amanhece, depois de hoje a tarde.

os cânticos se cruzam veloz-mente,
é saltos, rodopios, bureais, novenas de clãs, orações pegajosas.

transo-transmuto-transfaleco!

pierrot ... diz
 uou
po.... muito foda
 
Humberto Fonseca CICAS diz
 quase morto entre o eco, o oco, e o semblante enegrecido das almas. seus e meus, os nossos rubores de anunciação prenunciavam, era o mal que há de vir, está vã poesia oculta, lamuriada de plavras embrutecidas pela revigoração dos olhos que clamam mas não pedem perdão, não ousam olhar o odio, seus retratos deles mesmos quebraram.
 
pierrot ... diz
perfeito
 
Humberto Fonseca CICAS diz
 ta saindo agora, simbora. o forno do tacho agora ascendido entre as gerações imperam.
 
pierrot ... diz
 bote lenha e não deixe o fogo baixar
 
pierrot ... diz
 po, ficou muito foda
 
Humberto Fonseca CICAS diz
"um dialogo poetico, tramado, com muita potencia"
 
Humberto Fonseca CICAS diz
fontes enebriantes se esfumam, embriagam-se, engalham...
é tarde sobre as auroras, é tarde sobre as tardes.
é tarde que não mais amanhece, depois de hoje a tarde.
 
Humberto Fonseca CICAS diz
algo romântico daí surgi?
aparece... encanta-se ao se amargurar.
a poesia né verso premeditado de corações oriundos?
 
pierrot ... diz
a poesia é o proprio coração oriundo
 
pierrot ... diz
 
que se balança como um barco em alto mar
e navega sem comandante
e toma rumos inesperados
sem encontrar um porto seguro para descançar
mas onde estará a ilha dos naufragos?
on foi parar o corpo desfigurado
da paixão que não foi correspondida
so sobraram os fantasmas de lembranças
que nunca existiram, mas perseguem a realidade
de todas as fantasias e dos sonhos criados em um pedaço de papel
que já está amassado e cançado de ser rasurado.
 
Humberto Fonseca CICAS diz
 
crie algo romântico, como uma voz,
na pele das almas,
nas luas das antas,
meu desfeito, meu passo, fora dos acertos,
é amor desentendido do caos pelo efeito,
proporção sem medidas,
se é que mede-se!
o léu, o além, mar, mor...
o que eu quiser,
serás o universo,
entre o tudo e os pocessos.
 
pierrot ... diz
 
eu tenho um
e uso ele com uma boa frequencia
so espero que ele não se aposente cedo
no céu que não é mais tão azul
as nuvens cinzas da tempestade
tentam esconder sus lágrimas
que aparentam ter vontade propria
e caem sem o consentimento
do olho que não tem mais tanto brilho
estampado na nuvem que faz o formato do meu rosto.
 
Humberto Fonseca CICAS diz

nosso amigo falou que falta muito pra chegar no  topo da montanha, “eles querem que acendamos seus pavios e assumam sua violência”, carência de ser humano realizando as ações demoníacas do governo, agora os sonhos mais que reais precisam ser, ora essa incontestável, a consciência  especifica exprime a nossa consciência fora desse sistema coercitivo.


Poema de: Humberto Fonseca & Josiano Saulo

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