Verbos Curtos - Humberto Fonsêca & MaicknucleaR

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Texto: Prosa Poética - Verdades - Decisões - Humberto Fonsêca




Verdades e Decisões...

 Sinceros são os caminhos dos lutadores por honra, na pura força diagonal do presente se faz lutador em termos e obrigações, o ódio deve ser superado pelo amor, na ira do destino nos refutamos em meio as confusões desnecessárias, nas contínuas transmissões de nosso destino, próspero, promissor, indefinível, construímos um ambiente de luta constante, de luta sem abreviações, de batalhas sem comparações, a dignidade sofre mas supera os seres covardes escondidos nos escaninhos escuros, almas perdidas com suas capacidades atrofiadas, com falsas resoluções em pergaminhos que nunca vão difundir as ideias cotidianas e as aventuras que nos colocarão na história, seja ela a vida natural, seja ela a vida individual, seja ela a vida sequencial, ou simplesmente a  naturalidade do ser humano em ser e existir.

 Não cultuemos os cultos que se declinam na corrupção, em conjuntos quase magníficos porém um tanto quanto pequenos para as verdadeiras brigas de solidão e esquecimento, onde o ser humano conhece a si mesmo e não se esconde da sua própria natureza. Onde podemos conhecer as nossas insolúveis resoluções ao testar a tal reinvenção como invenção, nunca como copiação, como cópia pérfida, como comparações abstratas que nunca trouxeram resultados, pois muitos guerreiros que hoje se intitulam nunca ousaram entrar em campo para lutar com honra, bravura  e mérito de ser, existir, possuir, bater de frente com o inimigo e retirar as mascaras da irritação que nos antecipa a prometer vingança, sendo que na realidade, nada queremos além de mostrar nossas capacidades antes das vitórias.

 "Há mais coragem e mais mérito em confrontar-se com os mestres no terreno deles, do que em fugir de qualquer comparação por não sei que vontade de imediatismo"
André Comte-Spnville

 A luta segue tipo sparta, e que o raio o parta, que o deixe cair duas vezes no mesmo lugar, que o faça desbaratinar as almas penadas e suas falcatruas armadas, que caiam todas as suas capacidades depenadas de se sentirem superiores, ante isso, vemos estatuas mudas, semiparadas ao teor da queda, diante de suas pálpebras seguem a dor inestimável que só fizeram lutar e unir-se para constituir a vingança.

 "Mesmo que a humanidade fosse uma desgraça, essa doença, essa desgraça são nossas"
André Comte-Spnville

 O grito de campeão pode ser repetido por muitos, e ludibriado por milhares, mas só quem está em campo pode saber a estimativa que é a batalha em definhar  o adversário com golpes majestosos, com passes precisos, com técnicas reais, com súmulas verdadeiras e estratégias que se colocam em perspectivas na supra realidade de nosso cotidiano, o grito de campeão pode ser sentido por muitos, mas só pode ser inspirado por poucos, por aqueles que sofrem todos os dias as decepções e principalmente as resoluções, os preconceitos, as diversidades, as capacidades que não são apenas inspiradoras como além de sofridas diariamente na vida pessoal, profissional, até mesmo intelectual, pois, já desejam até mesmo silenciar o esplendor que os verdadeiros campeões causam nos seres insignificantes que vivem como perturbadores obscuros dos que lutam dia após dia pela inversão dos sentidos em busca da perfeição pessoal. Na lei extrema do treino intelectual, na contramão dessas insignificâncias seguem os verdadeiros lutadores, de punhos cerrados, na linha de frente da batalha, sem esconder os promissores sentidos que nos fazem correr ou se esconder das tragédias afim de suportar as verdadeiras razões delas.

 A capacidade é o reagente obrigatório.  A calma e parcimônia, paciência e precisão, só assim para que possamos nos colocar com o ritmo do ambiente, estudar a localidade, cada canto, cada curva, cada pequeno teatro criado para enganar o caos que está para ser um verdadeiro escoamento de ideias avassaladoras, pois bem sabemos, que não existe causa perdida nem jogo definido, muito pelo contrário, no abismo do conhecimento ser quem é não vai gerar nada mais que um perfil oblíquo ou até mesmo degenerativo, mais aos seres que se trancafiaram em busca de uma exibição de gala as expectativas tornam-se piores, pasmam diante de um pequeno obstáculo, param para conversar a solução, sendo que nunca tiveram coragem para cruzar algum obstáculo, simplesmente chegaram até as mesmas resoluções por buscarem andar as escondidas, nas trincheiras dos pensamentos, nos apertos das soluções, nunca ousaram criar uma perspectiva e ainda assim se  acham os detentores da universalidade dos sentidos, todos entes perdidos da simples e modéstia moléstia de se curar com os milagres dos outros.

 Desejam continuar nos mesmos caminhos, sendo que não conseguiram sequer trilhar a linha de vida e conhecimento que lhes foi definida, mudam a todo momento de time, de capacidade, de estratégia, de obrigações, encarcerados sobre o pensamento de manter-nos ocupados com suas preocupações e preconceitos, esqueceram que a verdadeira habilidade é quem vai mandar nos resultados.

 "Um invejoso, pode ter prazer com a minha impotência e a minha dor, ninguém toma por virtude nossas lágrimas, nossos soluços, nosso temor, e outros sinais de impotência interior"
André Comte-Spnville

 Seguimos fortes, seguimos em êxtase. Na frenesi consensual de se ter como inimigos de si mesmo para ser inimigos de nossos inimigos, amigos de nosso amigos, pois encontraremos em algum momento o detalhe, a jogada, o lance, o drible, o desfecho brilhante, o importante aparelho que nos envolve para submeter os mesquinhos da mesa redonda, os quadrados sem ângulos de pensamentos, os repetidores de sinais, os codificadores de mensagens sem informação precisa, os curiosos de nossas ideias, terão enfim o enquadro perfeito, aos detentores dos quadros fantasiosos veremos suas vergonhas mascaradas, aos  mil e um desejos que podem ser concebidos em qualquer mercado ou loja de acessórios; pensam eles, que ser um verdadeiro guerreiro é construir toda uma estrutura  de fantasia e sem diversidade ao tentarem  se envolver com a mudança pessoal.

 Enquanto formos mesquinhos com nós mesmos não poderemos entender os outros, enquanto formos donos de pensamentos hipócritas não poderemos sentir as capacidades dos outros.
 Enquanto estivermos sendo mesquinhos e desordeiros iremos apenas fingir que se distanciamos da realidade. Todas essas frequências, tipos de polarizações sensoriais, diagramas sequenciais, estaremos com nossas sensibilidades obstruídas ao querer  transformar as ilusões em feitos reais ou complicar as reinvenções que vão além do nosso cotidiano. Os prazeres pessoais acabam nos comprometendo com as capacidades dos argumentos citados, não podemos ter medo de criar a nossa verdadeira imagem, pois o somos com prazer e sem mistérios, mentiras, interesses, "delírio é equilíbrio, entre nosso martírio e nossa fé",  nessa busca constante em se viver o questionamento pessoal sem interferência, experimentar a vida sem obrigar-se a ter algum sentido ou partido, simplesmente buscando a liberdade que nos faz sentir maior, ou no mínimo independente de poder cruzar nossos questionamentos e as nossas virtudes que foram confrontadas em tantas outras batalhas, onde estamos compreendendo o ser, estar, viver em amplitude com o universo e com nós mesmos sem se manifestar através de raças, credos e religiões, sem confundir a unidade do ser com as confusões religiosas e os prazeres da nossa sociedade consumista, capitalista, destruidora de conquistas pessoais que podem não simbolizar as riquezas do mundo, mas são as riqueza que o nosso ser carrega como inspiração para enfrentar qualquer tipo de batalha ou inimigo.

 O mundo nos fez reavaliar os questionamentos e interferir ou não já não é uma questão de tolerância, polidez, interferência, ou a busca pela verdade absoluta, sendo que a nossa verdade pessoal deve ser respeitada como a mesma. O que me faz viver e lutar pode não ser as mesmas posições de seus pensamentos, pode não ser os seus desejos, podem não serem as suas virtudes, mas de alguma maneira como faço minhas possibilidades viver e serem ou não respeitadas podem te influenciar, ajudar, atrapalhar, ou pior ainda, mudar completamente a visão que tens sobre os questionamentos apresentados ou vividos, não estamos falando de compartilhamento mas em realmente buscar as indiferenças que nos tornam superiores ou inferiores, sem que também possamos se exaltar ou ser humilde como um argumento de que seremos confiáveis, que seremos iguais, não é isso que estou falando, mas de que podemos ter como dádiva maior de contemplar  todas as diferenças como se fossem igualdades. Mas as representações e questões pessoais parecem sempre serem as linhas divisórias destas e outras parcialidades, os numerosos se acham mais experientes, profissionais, inquisitivos dos que ainda estão buscando o seu "lugar ao sol", as suas vertentes parecem serem as mais imprevistas e nos deixam um tanto quanto irrecuperáveis ao vivenciar da nova sabedoria que deseja ser sucateada e simplesmente abolida dos velhos conceitos sociais.

 A mudança é um bem irrevogável, mas temos que estar primeiramente aptos a ser o agente transformador e ao mesmo tempo transformados em meio as reaçôes adversas que nos fazem ou não objetivar o crescimento pessoal diante das inúmeras causas e preconceitos vividos diariamente. A revolta também é uma maneira de lutar contra a opressão, contra a subjetividade, contra tudo que deseja emanar as nossas performances em meio ao falso teatro falido da vida e toda conclusão que sistematizaram diante da possibilidade humana que queiram ou não sempre vai surpreender todos resultados criados pela ciência. As amarrações de jogos odiosos e feitiçarias  que desejam modificar o destino nada é contra o ser humano que se conforma com as obrigações e não se mutila  por ter que sofrer o que quer que seja para mostrar a todo um grupo, um indivíduo ou a uma sociedade que não vai se entregar para mudar a visão e aprendizado por maneiras e falcatruas que incorporam como meio de vida aos seres que estão lutando indefinidamente para derrubar o poder dos opressores sistematizados.

 A força pessoal junta-se a indignação na busca pela descentralização das ocasiões, nessa redimensão das capacidades com toda ilustre capacidade de entender as questões e separar o normal do fantástico, pois se superamos para manter na normalidade algo fantástico e inesperado, concluir os efeitos são uma simples objetividade, uma forma de completar o ciclo do entusiasmo em meio a guerra sem supor, subtrair, desanimar, na hora em que mais precisamos conhecer a nossa força interior para explodir em confusão todos os mistérios que os inimigos tentam nos fazer pensar, nos querer iludir, ou se fazer de amigo para descobrir nossas técnicas.

 Não deve-se unir  o bem e o mal, não podemos deixar de examinar as condições atuais que rodeiam as nossas esperanças dia após dia, instante a instante, cada pensamento permitido é uma solução, lembrando que "solução não traz resultado", devemos se impor para não cair na mesmice de igualar os sentidos e deixar que incorporem as instâncias e breves soluções que devem ser instaladas e questionadas, prontas para serem reparadas, modificadas, abreviadas, sem que haja uma sistematização que confunda as nossas obrigações diante de  estímulos pessoais que criamos lutando dia após dias sem que tivéssemos descanso ao entrar nessas batalhas pessoais, pois se chegamos também até este ponto, não foi por compra de resultados nem por ter soluções pré-definidas, muito pelo contrário  nós deixamos de seguir as induções para quebrar todos estes protocolos desfavoráveis a capacidade humana que sempre foi a de observar, se adaptar e evoluir, sem que para isso tenhamos que constranger ou rotular, menosprezar, se fazer de bestas incapacitadas metidas a intelectuais que não tínhamos condições de se portar até este presente momento da história, porém toda luta, garra, tática, e rota seguida nos conduziram a criar uma estrada e não uma barreira, sendo assim um caminho tortuoso para que possam ver o brilho de nossas carreiras diante dos mais improváveis adversários e diante as melhores equipes, pois não aprendemos com eles, ou tampouco com vocês, seguimos a nossa impessoalidade e caráter para construir um pensamento único, objetivo, versado através da arte e elegância regional, centrado nas origens e facetas de um povo que ainda não teve como mostrar as suas culturas, mas vem desenvolvendo os talentos com a missão de não se abater diante do inimigo ou ocasião que venha querer impedir a nossa maneira de lutar e impor nossos pensamentos e questionamentos caso sejam necessário, pois da mesma maneira que existe a paz, a guerra certas vezes é necessária e inevitável.

 Viver para ganhar é a satisfação de cada ser humano, mas aprender a perder é honrar a capacidade de seu oponente, de conhecer a si próprio, de buscar o melhor preparo seja ele pessoal ou para uma equipe, é necessário regras, limites, condições intelectuais e espirituais onde cada pensamento e sentido façam a composição necessária para uma completa formação do caráter individual e principalmente da instrução que um coletivo de pessoas desejam passar como conhecimento ou modo de viver.

 Um adversário não deve ser tratado como inimigo, ou tampouco ser perturbado para que consiga obter certos objetivos que parecem salvadores, os momentos são indefinidos e os seres humanos as vezes fazem qualquer tipo de trapaça ou ameaça para conseguir construindo um mundo de mesquinharias pautado por simbologias alusivas e sem sentido quando estamos simplesmente ampliando as emoções humanas diante das fraquezas, seres enclausurados nos cômodos estímulos, nas falsas sensações, nas mesmas obrigações, que não determinaram maneiras, mas copiam e vigiam de toda forma possível para ter o controle, será que estamos diante de pessoas que nunca estarão ao nível, e vivem portando-se  como a última bolacha pacote rotulado?

  Nossa impessoalidade crítica é inquestionável, nossas obrigações não são as vantagens, as chantagens, pelo contrário nascemos no meio delas e não se entregamos para viver o momento atual de peito aberto e assim declarar guerra a quem nos envolvem com esses estados, pois as fraquezas humanas nos tornam vil aos verdadeiros sentimentos, reduzindo e totalizando as mais diversas maldades como uma maneira vencedora, sendo que não passa de trapaça, intimidação, imposição de poderes, voltamos ao mesmo inicio dos tempos onde a ignorância e estupidez dominam como uma forma detentora de intelectualidade, sendo estes opressores os seres mais fracos encapuzados em seus papeis de poderes solúveis, todo poder tem um final triste,  pois a guerra é diária e nunca saberemos quando vamos precisar  onde e com quem difundir nossas ideias.

 A criação não é um termo que se mostra de vendas aos olhos, é preciso muito trabalho e reconhecimento, muito respeito para seguir o caminho certo, se espelhar no caminho certo, ser o reflexo de seu sonho não é uma aventura, mas uma capacidade que tem de ser trabalhada com ilustrações capaz de nos tornar superior ao provar que as circunstâncias nos tornaram propriamente com o dom da capacidade da criação. Somos humanos e dia após dia estamos trabalhando para provar as possibilidade e desventuras, estamos diante de um obstáculo, ou de uma possibilidade? é possível afirmar ou refletir? É uma questão de pensar ou de agir? Se estivermos querendo subtrair as capacidades para violentar a dignidade perdemos todo instinto e continua-se agindo com repulsa e falta de respeito as formações que nos capacitaram nestes momentos, sejam eles vindouros, sejam eles pessimistas, é a sua capacidade de interagir com a situação que vai dizer se es capaz de progredir ou cair em seus próprio planos, a vida foi feita pra tentar, cabe a você buscar essa intuição e sofrer as consequências de seus próprios erros ou de seus próprios acertos. Não estamos falando de joguinhos de erros, ou de quebra-cabeças, mas sim, de que é preciso muita instrução e respeito para se alinhar as possibilidades de cada momento, ou do contrário, poderíamos estar apenas seguindo um fluxo de informações sem sentidos, sem interação, sem soluções, se dúvidas, onde afirmar não é apenas uma admissão da própria burrice alheia e esquecimento das técnicas, como também, a realidade de que plagiar e copiar é simplesmente uma das maneiras mais interessantes de ver a capacidade humana da qual estamos falando.

 Até uma rede de pescador exige trabalho, habilidade, pontos, nós, linhas, escolha de matériaprima, evolução da construção, tempo de observação, qualidade dos materiais, testes, entre outras formas de saber se estamos falando de um trabalho artesanalmente de boa qualidade, ou de uma maneira maquinaria superficial capaz de induzir o que é ruim parecer ser bom. Não é disto que estamos falando? Da razão humana contra a máquina? Da capacidade pessoal e instrutiva sobre a leviandade do ser humano? Das possibilidades positivas e negativas?

 Pois nada pode ser perfeitamente feito, sempre existe um dano, um fator, uma quebra de códigos, uma nova técnica, ou até mesmo um desastre por mau uso de utensílios que sem a devida capacidade, respeito, conhecimento, e maneira de trabalhar faz um objeto ter o correto como forma de saber as reais possibilidades existentes. Sinto-me rodeado de cópias, crackers, falta brilhantismo, falta interação, falta inteligência, falta competência, falta amplitude de
conhecimento, falta acima de tudo respeito aos seres humanos como uma instância geral na face da terra, não apenas necessitamos  um do outro, como também, necessitamos a todo momento do meio ambiente, de equilíbrios entre os sistemas e os ecossistemas, e principalmente, do amor mútuo para que possamos entender que toda evolução trás consigo uma destruição.

 A mim, resta viver de indiferenças e não de concordâncias, resta buscar meu equilíbrio distante do que me faz mal e do que sei plenamente fazer mal a tudo que vem sendo questionado, pois as soluções são sempre bem vindas em tempos de problemas, e que pessoas problemáticas não visam nada além de usurpar as capacidade, se rotulam como bem feitores sendo mascarados travestidos de malícia insubordinada, entregues a fazer da miséria visual o ambiente propício para os que não conseguem lutar em meio a uma guerra quase secreta, onde muitos falsificam, copiam, e continuam assassinando sonhos como se fossem simples numerologias de signos. As pessoas não apenas merecem e exigem, mas desejam respeito, e neste ambiente propício a indignações sem sentidos e defensores de hipócritas, irei simplesmente trilhar as minhas capacidades pessoais acima de qualquer opressor que deseje arrancar das minhas soluções suas verdadeiras funções.

 A dispersão, dê a importância da qual deve-se, prestar a devida atenção, tentar se focar a todo instante, constante, sem que tenha que deter os verdadeiros planos por causas pequenas e capaz de destruir as grandes ocasiões que nossa serenidade provoca diante dos fatos ou da nossa própria coragem ou covardia, como seres humanos, se tornamos inferiores e superiores, sendo que a melhor capacidade que podemos alcançar da vida sem que nos tornem limitados, diante das incapacidades que já conseguimos superar com nossa vontade própria, e respeito mútuo as diferenças intelectuais, entre outras que não podemos pensar como sendo um obstáculo, mas sim, a capacidade interior de tornar o óbvio em algo promissor e totalmente dignificante para se colocar entre o palco e a terrível derrota, mas, quem seríamos se não pudéssemos tentar, errar, acertar, sendo que, os piores momentos já foram todos vividos, a questão é não questionar, e simplesmente viver com toda confiança no que se sente.


Humberto Fonsêca

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